A cidade te cerca, te aprisiona, Limita tua vista, tua lida, o que acredita A cidade te ilumina, Em meio a tantas cores, dores e amores Você se esvai no ar ou paga pelo seu inconformismo E quase sempre sozinho se revela bem mais que isso Você é os seus fantasmas, suas vozes ocultas Sua mística em tentar ser humano Nessa selva de pedra Desconstrução Cacos de Vida Descolorização Pontos Turvos Ex-cada Poeira Low Cura Olhar entre grades Sem ideias Colombo
Categoria: Fotografia
Água & Pasto
Chegue mais perto Se aproxima enquanto a palavra se apodera da rima Não se estranhe, não é deslize Seja o insisto um verbo calado ou outra via de algo não conjugado Seja meus olhos a te percorrer com receio da solidão recente Enquanto ainda pensava no sabor delicado de seu lábio ardente Hamburguer Artesanal com Queijo de Coalho Limonada Suíça Bananas Caipiroska Jantar Ateliê a Essência da Doçura – Chocolate gourmet Ateliê a Essência da Doçura – Chocolate gourmet Ateliê a Essência da Doçura – Páscoa Ateliê a Essência da Doçura – Páscoa gourmet Ateliê a Essência da Doçura – Sobremesa
Cidades
Ainda posso me espreguiçar na sombra Fazer alvoroço com qualquer coisa. A prisão me faz um ser banido, portanto, restrito. A liberdade é um sonho tolo Que me dá responsabilidade maior Do que a vida que estou regrado. Afinal, tanto árduo trabalho merece uma esmola bem dada Tatuapé – SP Arranha-céu Tatuí – SP Jundiaí – SP Jundiaí – SP Estação Paraíso – SP Andar na linha Jundiaí – SP Formigas Horizontes
Solitude
Não posso ser um viajante mudo, Extraído das sombras como um espinho de suas rosas, Não posso ser um passado renascido, Exposto agora pela lembrança e o quê aflora, Não sou apenas carne, Vagando pelo tempo renomeado saudade, Nem espírito, alma solta ao acaso, Sem pena em qualquer penalidade, Avise ao arbítrio que livre já é sua liberdade Mão única Viagem Saúde À cerca À sombra Mãos vazias Bucólico Jogos capazes Reunião Diário
Janelas
Eu me perco nas muitas figuras que invento Também atento me perder em todas as curvas que acaricio Sob sua pele, minhas mãos descansam E te percorrem quando da vida preferir a sorte A pele se redime ao toque e aflora em arrepios intensos Sob as sombras desse céu cinzento